terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

ABORTO: SACRIFÍCIO DE CRIANÇAS AO dEUS MOLOQUE DISFARÇADO DE SAÚDE PÚBLICA.

Antigamente aproximadamente 1.900 a.c, crianças eram jogadas na fogueira em sacrifício para a divindade Moloque. O choro e os gritos das crianças queimadas vivas eram celebrado como adoração. Posteriormente, para disfarçar os gritos de aflição, foi feito uma estátua de aproximadamente 3m com o peito de homem e cabeça de touro; se abria o peito e por dentro da estátua tinha uma fornalha onde os bebês eram jogados vivos, então se fechava o peito. Para abafar os gritos eram usados muito instrumentos musicais celebrando Moloque.
Assim como a fogueira ganhou a sofisticação da estátua, o aborto é essa nova roupagem. Hoje as fornalhas ao deus Moloque é o útero. Tudo parece bem porque não precisa disfarçar os gritos dos bebês. É validado por roupas médicas e por leis que disfarçam sacrifícios horrendos em nome de saúde pública.
Sofisticaram e deram uma nova roupagem; tentam legitimar a morte de bebês indefesos. Lógico que há casos que sim é preciso abortar quando se põe em risco a vida da mãe. Porém, hoje estou focando a banalização da morte e a blasfêmia contra a vida.
É preciso muito cuidado com as novas roupagens sutis que são implementadas. O aborto é esse sacrifício de jogar crianças na fogueira e dentro de uma estátua que escondia uma fornalha.
Útero deve ser portal da vida em vez de ser ventre de Moloque.
FernandoRomero

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