segunda-feira, 8 de agosto de 2022

O QUE ERA AQUELE FOGO VISTO EM FORMA DE LÍNGUA NO PENTECOSTE?


O fogo que desceu inflamando o cenáculo foi um evento especial. O fogo era a gloriosa presença do próprio Deus descendo para envolver seu povo.
ESSA era a MESMA presença ardente que irradiava de Deus quando Ele se colocou em pé no Jardim do Eden, falou ai corpo fraco e sem vida de Adão e disse: "homem seja feita à nossa imagem". Era o mesmo FOGO que resplandeceu como uma veste reluzente de dentro de Adão e Eva , antes de ser extinto pelo pecado. Era o mesmo fogo que desceu no Monte Sinai para se encontrar com Moisés. A diferença é que toda vez no antigo testamento esse fogo aparece ele está coberto de uma nuvem devido ao pecado do homem.
MAS no dia do PENTECOSTE, Deus não precisou se cobrir com uma nuvem, Ele não teve de proteger seus discípulos da sua glória pois eles haviam nascidos denovo e o espírito deles havia sido renovados e tão puro e sem pecado quanto o próprio Deus.
O fogo que desceu sobre eles foi a glória de Deus sendo devolvida ao homem como era no eden. Eles agora estavam se tornando luz como Deus é luz!
Deus teve a emocionante liberdade de abraçar seu povo. Entrou no cenáculo na plenitude do Seu glorioso ser e se colocou sobre cada um deles.
Ele se fundiu com eles iluminando-os de dentro para fora com o seu ardente Espírito. Eles saíram daquele lugar transbordando do Seu poder e glória.

desconheço a fonte

SOBRE O RACISMO


Porque achamos bonito os pássaros de diferentes espécies e multi-coloridos ? Admiramos as diferentes cores dos peixes , das flores , dos animais etc .
A beleza da natureza está justamente na sua multi-formas.
Mas quando se trata de seres humanos aí fazemos distinção entre brancos e negros , magros e gordos, ricos e pobres etc .
Deus em sua sabedoria pintou a pele humana de diferentes cores deixando nossa espécie mais bonita . O misto das cores revelam a beleza da criação . Porque então tem gente que age de forma estúpida?
Qualquer ser humano é nosso irmão . Como eu vi na cena de um filme uma vez , quando uma criança perguntou para sua mãe porque o coleguinha tinha cor diferente . E a mãe respondeu: filho por dentro todos somos iguais.
A resposta dessa mãe responde em parte pois por fora também somos iguais, e as diferentes cores da pele me faz admirar ainda mais o ser humano , pois todos tem a sua beleza .
E jesus comprou para si pessoas de todas as raças , tribos e nações sem fazer distinção ( apocalipse 5)
Fernando Romero.
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NÃO SE FAZ OBRA DE DEUS DEIXANDO FILHOS EM CASA


Muitos deixam a família para trás e sai de viagem cantando e pregando. Eles dizem estar fazendo a obra de Deus. Aí perdem suas esposas, seus casamentos, seus filhos para drogas. Depois clamam: Jesus eu não aceito pois estou fazendo sua obra.
Quando na realidade todos estamos em obra, pois é Deus que trabalha em nós. É dever de quem vive o evangelho cuidar e seu casamento e seus filhos, pois a família é a obra de Deus.
Perder seu filho para as drogas ou seja a perdição que for é obra de Deus?
Lógico que não, pois a bíblia diz que so pode fazer a obra quem governa bem sua família. Vale a pena viajar em nome de uma pseudo-obra e perder sua casa ?
Precisamos rever nossos conceitos segundo o evangelho. Pois se continuarem a seguir as cartilhas da religião muitos perderão suas famílias.
Não existe maior bem que sua família.
Obra de Deus é você conduzir sua casa na presença de Deus, passar tempo com seus filhos, isto é o que Deus se agrada. O que passa disso são pessoas que querem ganhar dinheiro fácil se fazendo passar por homens ou mulheres de Deus .
Se quer viajar e ensinar ou cantar vá com sua família, façam em família.
Quantos pastores e cantores que perderam seus filhos pois trabalham para a religião, para uma denominação, e pensam que estão fazendo para Deus.
Até onde vai nossa ignorância,?
É hora de repensarmos nossos princípios.
Fernando Romero.
Maria Joana Sampaio, Nair Zanelatto e 1 outra pessoa
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ENTREVISTA INTERESSANTE SOBRE O ATUAL MOMENTO POLÍTICO DO BRASIL


Rodolfo Capler – Nos últimos 5 anos, o Brasil teve uma média anual de 55 mil homicídios. De que modo as igrejas evangélicas podem contribuir para pacificar a nação?
Ed René Kivitz – Deveria ser óbvio que a igreja tivesse na sua boca palavras como reconciliação, perdão, compaixão, misericórdia e paz. Mas os pastores hoje estão defendendo o direito de matar, em legítima defesa. Eles estão acreditando que uma arma no coldre ou uma arma em casa é a garantia de uma família protegida. Isso no meu entendimento é um retrocesso civilizatório. Creio que a igreja deve educar para a paz. Ou seja, a igreja precisa educar para a vida e não para a morte. Eu disse outro dia num dos meus sermões dominicais que eu não imagino Jesus entrando numa festa de aniversário em Roma ou numa em Jerusalém, gritando: “Aqui é Jeová!”, e disparando tiros no ambiente. Não imagino uma coisa dessas. Penso que a igreja perdeu Jesus de vista… A igreja substituiu o Messias, que foi profetizado como “o Príncipe da paz”, pelo Messias promotor da morte, de modo que ela necessita voltar a Jesus, seu legítimo Senhor, o príncipe da paz. Somente assim a igreja se conformará à bem-aventurança de Jesus, de que “felizes são os pacificadores, pois serão chamados filhos de Deus”.
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Rodolfo Capler – O que o senhor acha do ensino religioso nas escolas públicas? Funciona?
Ed René Kivitz – É preciso fazer uma distinção entre ensino religioso e cultura humanista baseada em tradições espirituais. A espiritualidade é uma dimensão do ser humano, assim como a racionalidade e a corporeidade. Por exemplo, virtudes como justiça, solidariedade e generosidade, não são atributos do corpo ou da mente, mas do espírito. Você pode ter um sujeito fisicamente forte e inteligente, mas que é racista, xenófobo, supremacista branco e nazista. Os grandes facínoras da humanidade foram homens inteligentíssimos, que criaram estruturas de extrema sofisticação destrutiva. Dessa forma, a espiritualidade é uma dimensão humana a ser desenvolvida. Como bem disse o Nelson Mandela: “Ninguém nasce odiando outra pessoa. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, elas podem ser ensinadas a amar”. Por essa razão eu acredito que num Estado laico a escola não deve ensinar religião; o ensino da religião é uma prerrogativa da família. A escola por sua vez, tem a incumbência de ensinar as virtudes humanistas que são comuns a todas as tradições religiosas.
Rodolfo Capler – À luz da fé cristã a acumulação de bens materiais é pecado?
Ed René Kivitz – Dinheiro é um assunto absolutamente espiritual. Jesus disse que o dinheiro tem um potencial idolátrico. Na Bíblia Sagrada, dinheiro elevado à categoria de Deus é um ídolo chamado Mamom. Por causa disso, por exemplo, nos Evangelhos, Jesus falou mais sobre dinheiro do que sobre fé. Depois do Reino de Deus, o segundo assunto sobre o qual Jesus mais abordou foi dinheiro. Inclusive uma das principais coisas que Jesus afirmou foi que é mais fácil um camela passar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no Reino de Deus. O apóstolo Paulo disse que “o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males” e que muita gente querendo enriquecer acabou destruindo a própria vida e a vida de muita gente. Entretanto, você não encontrará no texto bíblico uma afirmação que afirme, categoricamente, que o acumulo de dinheiro é pecado. Não há um versículo sequer que diga que a acumulação de bens é pecado. Todavia, a lógica bíblica e do evangelho de Jesus aponta nessa direção. Num mundo onde existe fome, o acúmulo material é obsceno, imoral e maligno. O Reino de Deus é um reino de justiça e paz, onde há abundância de tudo para todos. Já o reino de Mamom é um reino de injustiça, desigualdade, acúmulo, escassez, fome e morte.
Rodolfo Capler – é possível ser cristão e ser de esquerda?
Ed René Kivitz – Nos últimos tempos, no Brasil, “esquerda” virou um palavrão – quase um xingamento. Nas minhas redes sociais, as pessoas me chamam de comunista, socialista e esquerdista, como se estivessem me ofendendo. O termo “esquerda” tornou-se uma injúria porque é associado aos regimes comunistas que perseguem cristãos, à luta pelos direitos reprodutivos da mulher (especialmente à questão do aborto), e às pautas identitárias, sobretudo àquelas relacionadas a comunidade LGBTS. Desse modo, quando alguém declara: “Eu sou de esquerda”, logo é acusado como alguém a favor do aborto e classificado como perseguidor de cristãos e como ativista das causas homoafetivas. Isso na verdade, não passa de uma caracturização pejorativa da ideia da esquerda. Eu já declarei várias vezes que eu sou contra o aborto e acredito que, inclusive, a maioria das mulheres que praticam o aborto é contra o aborto. Entretanto, o aborto é uma questão de saúde pública… Toda a questão moral envolvendo a comunidade LGBTs está envolta numa tradição religiosa cristã de dois mil anos que condena pessoas homoafetivas ao inferno. Por isso, nós precisamos de um entendimento atualizado do evangelho e de um acolhimento amoroso dessas pessoas. Dito isto, penso que caricaturar a “esquerda” com essas questões é muito limitante. Agora, quando você trata a esquerda da perspectiva duma corrente ideológica que abarca o apoio dos direitos humanos, a busca duma sociedade mais igualitária, a promoção da justiça social – promovida não apenas pelas lógicas meritocráticas do Mercado, mas também pela atuação dos governos -, e o auxílio aos pobres, eu diria (nesse sentido) que não só é possível um cristão ser de esquerda, como é uma obrigação um cristão ser de esquerda. Quando alguém me pergunta: “Você é de esquerda?”, eu respondo o seguinte: “Se você está me perguntando se eu sou a favor do aborto e dos regimes comunistas e socialistas totalitários, eu digo que não. Agora, se você está me perguntando se eu sou a favor das pautas identitárias, dos direitos das mulheres e dos LGBTs, das questões raciais, do ideário dos direitos humanos e de um Estado que priorize os pobres e o enfrentamento da pobreza, então eu declaro que sou de esquerda”.
Rodolfo Capler – O que o senhor tem a dizer a respeito do apoio irrestrito de boa parte das lideranças evangélicas ao bolsonarismo?
Ed René Kivitz – “Existe por trás deste governo uma mente intelectualmente limítrofe, cientificamente ignorante, ideologicamente totalitária, religiosamente obscurantista e moralmente perversa. É urgente que seja exorcizada!”. Eu disse isso em março de 2020, no início da pandemia. De lá para cá, eu acrescentaria adjetivos a isso que existe por trás deste governo – adjetivos sombrios e nefastos. O que este governo fez e está fazendo com o meio ambiente, com a floresta, com a cultura, com a educação e com o imaginário civilizatório do país e com as conquistas das sociedades das democracias liberais, é assombroso. De tal modo, eu penso que a adesão das lideranças religiosas evangélicas a esse governo, implica uma incompatibilidade de gênios ou deveria implicar. Lamento que não. Agora, eu fui educado numa tradição religiosa protestante evangélica batista, que me ensinou a separação entre a Igreja e o Estado. Eu fui ensinado a pensar como Martin Luther King Jr., que afirmou: “A igreja é a consciência crítica do Estado”. Uma igreja que aderiu ao bolsonarismo e ao governo de Jair Bolsonaro como a chamada igreja evangélica brasileira aderiu, na minha opinião, não apenas agride o espírito do evangelho, mas afronta a minha tradição batista. Jesus não mandou que os seus discípulos assumissem o senado romano ou elegessem um dos seus discípulos como imperador, muito menos, que convertessem o imperador. Aliás, se tem uma coisa mal entendida no cristianismo é justamente a conversão de Constantino à fé cristã. Eu tenho absoluto estranhamento com o bolsonarismo e as lideranças evangélicas que abraçaram o bolsonarismo.
Rodolfo Capler – Tudo bem misturar política e religião?
Ed René Kivitz – Desmond Tutu, que foi arcebispo da Cidade do Cabo e prêmio Nobel da Paz, afirmou: “Não existe nada mais político do que dizer que política e religião não se misturam”. Não é possível separar religião e política. Todo ato humano é um ato coletivo e todo ato coletivo é um ato político. Então, religião, por si, é uma experiência política. Por exemplo, a presença de uma comunidade religiosa dentro duma cidade é um ato político, porque a comunidade cristã implica uma lógica de existência que confronta as lógicas da cidade. A questão sobre a qual devemos refletir é: quais são os valores religiosos que orientam a ação política? São os valores da exclusão ou são os valores da comunhão? São os valores que favorecem a vida humana e especialmente a vida dos seres humanos em condição de vulnerabilidade? Toda vez que eu fizer uma escolha eu tenho que escolher a favor da vida e não a favor de algumas vidas. Prioritariamente, devo escolher a vida do órfão, do idoso e das pessoas que estão em condição de vulnerabilidade e de ameaça, a saber, o pobre, o preto, o gay e aquele que tem uma confissão de fé minoritária. Tudo isso é ato político…
Rodolfo Capler – Qual mensagem o senhor gostaria de deixar para o eleitor evangélico?
Ed René Kivitz – Que o eleitor evangélico olhe para Jesus. Porque nem tudo o que está na Bíblia está em Jesus. Nem tudo o que está na tradição da cristandade está em Jesus. Nem tudo o que está na tradição evangélica no Brasil está em Jesus. Nem tudo o que está na boca dos pastores, apóstolos e bispos evangélicos brasileiros, está em Jesus. Que o eleitor e a eleitora evangélicos olhem para Jesus, pois tudo o que é divino está em Jesus. Portanto, que o eleitor evangélico escolha fazer o caminho de Jesus, do jeito de Jesus, com Jesus

O EVANGELHO E A POLÍTICA DAS ARMAS. COMO RESOLVER ESTE ASSUNTO ?


Rodolfo Capler – Há algumas semanas o vídeo de um pastor orando por revólveres dispostos sobre uma mesa, viralizou na internet. Eventos como este se tornaram corriqueiros no país. Por que os evangélicos estão abraçando uma cultura bélica?
Ed René Kivitz – Porque além da índole maniqueísta que os domina, eles são influenciados por uma cultura que tem a agravante de ser fortemente influenciada por uma tradição judaizante. Ou seja, eles se escoram numa tradição cristã que ainda é orientada por uma leitura equivocada do Velho Testamento, uma espiritualidade baseada numa justiça retributiva. Esse espírito veterotestamentário, não permite a existência da misericórdia, da compaixão, do perdão e o do “virar a outra face”. Infelizmente, as igrejas evangélicas fazem a leitura da realidade por meio desta lente interpretativa. Eu não quero dizer com isso que o judaísmo é violento, pois seria um contrassenso, porquanto foram historicamente perseguidos. Inclusive o rabino Jonathan Sacks escreveu um livro extraordinário, cujo título é “Não em meu nome”, no qual afirma: “Não se pratica violência em nome de Deus”. Voltando ao raciocínio inicial, essa igreja evangélica que lê o Velho Testamento com o viés da justiça retributiva – que inclui a famosa lei de talião, do “olho por olho e dente por dente” e que apregoa benção para quem é obediente e maldição para os desobedientes – só dá duas opções aos chamados “infiéis”: ou se convertem ou são eliminados. Portanto, essa ideia de evangelho sustenta que os “infiéis” são a causa da maldição nacional. Por conseguinte, conforme o entendimento daqueles que abraçam este tipo de evangelho, o Brasil estaria na situação econômica deplorável na qual está, por causa dos “infiéis”. Exemplo disso é o atual presidente da República que afirma que as minorias sociais do Brasil devem se adaptar ao establishment ou então procurarem outro lugar para habitarem, pois, serão banidas do país. Este é um discurso religioso, maniqueísta, excludente e violento, que sustenta a ideia da luz contra as trevas e do bem contra o mal. Por essa razão, é muito próprio deste imaginário religioso evangélico, a permissão de que pessoas tenham um calibre 38 nas mãos e que unjam uma réplica duma arma de fogo na Marcha para Jesus. Há incongruência maior do que esta?
Rodolfo Capler – Armar a população resolverá o problema da segurança pública no Brasil?
Ed René Kivitz – Eu acabei de gravar mais um episódio do meu Podcast “Qohélet”, cujo título é “Pistola”. Para construir este episódio eu pesquisei muito e encontrei informações, entre as quais, a de que houve uma queda na taxa de homicídios no Brasil de 2018 para 2020, com algo em torno de 7%. Os institutos de pesquisa e os analistas sociais que se dedicam ao tema da violência urbana, dizem que a queda na taxa de homicídios não tem nada a ver com o armamento da população. Outros fatores explicam o fenômeno, como a sofisticação do crime organizado (que aprendeu que matar não é um bom negócio), a divisão territorial, a inteligência das forças policiais e as políticas públicas de segurança (excetuando-se a atual política de segurança do estado do Rio de Janeiro, que é nefasta). Segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (que registram que há mais amamento na posse da sociedade civil do que das forças do Estado), as armas nas mãos dos cidadãos tem um efeito contrário, ou seja, aumenta a insegurança da população. Isso em razão das armas contribuírem para o agravamento dos conflitos do cotidiano, como por exemplo, para o acirramento duma briga de bar ou de trânsito. Vide o caso do último dia 30 de Julho, em Teresina, no qual um cunhado mata o outro cunhado e logo a seguir morre atingido por arma de fogo. Detalhe: todos eram frequentadores de uma Igreja Presbiteriana. Assim, eu afirmo enfaticamente, que os pastores promotores do armamento da população tem sangue nas mãos, porquanto a população civil não é treinada psíquica e emocionalmente para ter armamentos em casa. Os cidadãos, sequer, têm estrutura e aparato técnico-social para portar um revolver na cintura. Interessante é que com a política de segurança de Bolsonaro, com o estabelecimento do CAC (autorização para aquisição de armas para colecionador, atirador desportivo e caçador), há um clube de tiros sendo aberto por dia no Brasil, o que permite que bandidos comprem armas legalmente com registro e com preço mais barato. Diante disso, a questão que se coloca é a seguinte: quem lucra e quantos milhões ou bilhões lucra com esta política armamentista do governo Bolsonaro? Porém, “deve existir um sigilo de cem anos” para esta informação. Mas, eu gostaria de saber quem ganha com tanto incentivo para o armamento da população. Há de se dizer, também, que esse projeto de armar a sociedade revela uma pretensão golpista. A ideia seria colocar armas e munições nas mãos de um povo fanático que a qualquer momento pode querer resolver problemas político-sociais à bala. Isso é algo absolutamente inominável e intolerável, visto que as balas não colocarão ordem no Brasil, apenas colocarão sangue na desordem

GUARDE E PROTEJA SUA FAMÍLIA


NOÉ foi o sacerdote de sua família. O papel de sacerdotes pertencem aos maridos. Assim como Noé teve temor das coisas que sobreviriam em seu tempo e construiu uma arca para guardar sua família, assim também nós devemos guardar nossa família.
Esposa e filhos é responsabilidade sua marido. Mas o que é construir uma arca? É construir sua família com princípios que Deus nos deixou, é dar uma educação correta. Maridos tem que ter uma mente adulta. Adultos fazem o que é certo é necessário, ainda que o necessário seja remédio amargo em um primeiro instantes. Se protege uma família quando dissemos não quando é não, e sim quando é sim, se você colocar um no lugar do outro Jesus afirmou que o vem é do maligno.
A arca de Noé foi capaz de atravessar as intempéries do dilúvio. As águas açoitavam mas pegava nas paredes de madeiras da arca, não atingiam sua família. Quando colocamos os princípios certos, a educação correta, as diretrizes certas, os fundamentos corretos na nossa família, o vento vai vir, a chuva deste mundo mal vai trazer muito lamaçal mas sua família não será atingida. Porque Deus estava na arca. Deus está no que é certo. Por isso Ele nos deixou as diretrizes, e quando obedecemos Ele é o nosso betume que preserva a sã consciência da família.
É o papel do marido a proteção e guardar sua família. Quando se inverte papéis a família padece. A mulher tem o seu papel e o marido o seu. Quando um faz o papel do outro os filhos perdem referência. Amar a família é não só fazer o que agrada, é fazer o que é necessário, as vezes precisamos ser duros, mas até essa firmeza deve ser feita em amor.
Amor não é a permissão de tudo. Amar é serviço. E estamos a serviço da nossa família.
Fernando Romero
Pode ser uma imagem de texto que diz "7 Por té Noék quando foi avisa- 2AI 201 do sobre as coisas que ainda não se viam, mostrou temore prepa- rou uma arca para a salvação de sua família, e por tal fé condenou o mundo, e chegou a ser herdeiro da justica que é pela fé. cha-"