segunda-feira, 8 de agosto de 2022

FIQUEI SABENDO DO PECADO DO MEU PASTOR E AGORA?


“Eles estão vestido de fraqueza “
Deus nunca escolheu robôs ou super-homens. As fraquezas dos sacerdotes não pegam Deus de surpresa, por isso eles deviam apresentar sacrifício por si mesmo.
Só pode detonar um sacerdote quem nunca pecou, quem nunca errou.
Em vez de espelhar seus pecados e arranjar sua imagem, é muito melhor interceder por eles e por ti mesmo
Se Deus os chamou para o sacerdócio não tenham dúvida que o poder de Deus se aperfeiçoa nas suas fraquezas .
Fernando Romero
Pode ser uma imagem de texto que diz "5 tomado Porque todo sumo sacerdote dentre os homens constituído a favor dos homens quanto as coisas de Deus, para apresentar oferendas e sacrifícios pelos pecados, 2 para que este possa se humi- lhar e padecer com os ignorantes e com os que incorrem em erro, porque ele também está vestido de fraqueza, LOrCIV e por sua causa é necessário que apresente oferta por si mes- mo por seus pecados assim como também el ×›× AVOα povo;"

JESUS: O ÂNCORA DA MINHA ALMA


Uma âncora é um dispositivo, normalmente feito de metal, usado para conectar uma embarcação ao leito de um corpo d'água para evitar que a embarcação se desvie devido ao vento ou correnteza.
A Âncora serve para não deixar a embarcação flutuante à deriva. Deus colocou uma âncora do céu em nós: JESUS CRISTO .
É Ele quem penetra por detrás do véu do meu coração e dessa forma evita os chacoalhados da minha alma. Não me perco porque Jesus é essa âncora firme posta por meu Pai celestial em mim.
O salmista descreveu de forma muito bela o que é ter uma alma ancorada em Deus:
Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia.
Portanto não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se transportem para o meio dos mares.
Ainda que as águas rujam e se perturbem, ainda que os montes se abalem pela sua braveza. (Selá.)
Há um rio cujas correntes alegram a cidade de Deus, o santuário das moradas do Altíssimo.
Deus está no meio dela; não se abalará. Salmos 46.1-5
Nenhuma tempestade pode causar males em nossa alma quando se tem JESUS como Âncora
Fernando Romero.
Pode ser uma imagem de texto que diz "19 a qual é para nós como uma âncora que sustém firmemente nossa alma para que não seja aba- lada, e penetra até atrás do véu 20 onde Jesus entrou previa- mente por nós, e chegou a ser"

O QUE ERA AQUELE FOGO VISTO EM FORMA DE LÍNGUA NO PENTECOSTE?


O fogo que desceu inflamando o cenáculo foi um evento especial. O fogo era a gloriosa presença do próprio Deus descendo para envolver seu povo.
ESSA era a MESMA presença ardente que irradiava de Deus quando Ele se colocou em pé no Jardim do Eden, falou ai corpo fraco e sem vida de Adão e disse: "homem seja feita à nossa imagem". Era o mesmo FOGO que resplandeceu como uma veste reluzente de dentro de Adão e Eva , antes de ser extinto pelo pecado. Era o mesmo fogo que desceu no Monte Sinai para se encontrar com Moisés. A diferença é que toda vez no antigo testamento esse fogo aparece ele está coberto de uma nuvem devido ao pecado do homem.
MAS no dia do PENTECOSTE, Deus não precisou se cobrir com uma nuvem, Ele não teve de proteger seus discípulos da sua glória pois eles haviam nascidos denovo e o espírito deles havia sido renovados e tão puro e sem pecado quanto o próprio Deus.
O fogo que desceu sobre eles foi a glória de Deus sendo devolvida ao homem como era no eden. Eles agora estavam se tornando luz como Deus é luz!
Deus teve a emocionante liberdade de abraçar seu povo. Entrou no cenáculo na plenitude do Seu glorioso ser e se colocou sobre cada um deles.
Ele se fundiu com eles iluminando-os de dentro para fora com o seu ardente Espírito. Eles saíram daquele lugar transbordando do Seu poder e glória.

desconheço a fonte

SOBRE O RACISMO


Porque achamos bonito os pássaros de diferentes espécies e multi-coloridos ? Admiramos as diferentes cores dos peixes , das flores , dos animais etc .
A beleza da natureza está justamente na sua multi-formas.
Mas quando se trata de seres humanos aí fazemos distinção entre brancos e negros , magros e gordos, ricos e pobres etc .
Deus em sua sabedoria pintou a pele humana de diferentes cores deixando nossa espécie mais bonita . O misto das cores revelam a beleza da criação . Porque então tem gente que age de forma estúpida?
Qualquer ser humano é nosso irmão . Como eu vi na cena de um filme uma vez , quando uma criança perguntou para sua mãe porque o coleguinha tinha cor diferente . E a mãe respondeu: filho por dentro todos somos iguais.
A resposta dessa mãe responde em parte pois por fora também somos iguais, e as diferentes cores da pele me faz admirar ainda mais o ser humano , pois todos tem a sua beleza .
E jesus comprou para si pessoas de todas as raças , tribos e nações sem fazer distinção ( apocalipse 5)
Fernando Romero.
Pode ser uma imagem de 1 pessoa

NÃO SE FAZ OBRA DE DEUS DEIXANDO FILHOS EM CASA


Muitos deixam a família para trás e sai de viagem cantando e pregando. Eles dizem estar fazendo a obra de Deus. Aí perdem suas esposas, seus casamentos, seus filhos para drogas. Depois clamam: Jesus eu não aceito pois estou fazendo sua obra.
Quando na realidade todos estamos em obra, pois é Deus que trabalha em nós. É dever de quem vive o evangelho cuidar e seu casamento e seus filhos, pois a família é a obra de Deus.
Perder seu filho para as drogas ou seja a perdição que for é obra de Deus?
Lógico que não, pois a bíblia diz que so pode fazer a obra quem governa bem sua família. Vale a pena viajar em nome de uma pseudo-obra e perder sua casa ?
Precisamos rever nossos conceitos segundo o evangelho. Pois se continuarem a seguir as cartilhas da religião muitos perderão suas famílias.
Não existe maior bem que sua família.
Obra de Deus é você conduzir sua casa na presença de Deus, passar tempo com seus filhos, isto é o que Deus se agrada. O que passa disso são pessoas que querem ganhar dinheiro fácil se fazendo passar por homens ou mulheres de Deus .
Se quer viajar e ensinar ou cantar vá com sua família, façam em família.
Quantos pastores e cantores que perderam seus filhos pois trabalham para a religião, para uma denominação, e pensam que estão fazendo para Deus.
Até onde vai nossa ignorância,?
É hora de repensarmos nossos princípios.
Fernando Romero.
Maria Joana Sampaio, Nair Zanelatto e 1 outra pessoa
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ENTREVISTA INTERESSANTE SOBRE O ATUAL MOMENTO POLÍTICO DO BRASIL


Rodolfo Capler – Nos últimos 5 anos, o Brasil teve uma média anual de 55 mil homicídios. De que modo as igrejas evangélicas podem contribuir para pacificar a nação?
Ed René Kivitz – Deveria ser óbvio que a igreja tivesse na sua boca palavras como reconciliação, perdão, compaixão, misericórdia e paz. Mas os pastores hoje estão defendendo o direito de matar, em legítima defesa. Eles estão acreditando que uma arma no coldre ou uma arma em casa é a garantia de uma família protegida. Isso no meu entendimento é um retrocesso civilizatório. Creio que a igreja deve educar para a paz. Ou seja, a igreja precisa educar para a vida e não para a morte. Eu disse outro dia num dos meus sermões dominicais que eu não imagino Jesus entrando numa festa de aniversário em Roma ou numa em Jerusalém, gritando: “Aqui é Jeová!”, e disparando tiros no ambiente. Não imagino uma coisa dessas. Penso que a igreja perdeu Jesus de vista… A igreja substituiu o Messias, que foi profetizado como “o Príncipe da paz”, pelo Messias promotor da morte, de modo que ela necessita voltar a Jesus, seu legítimo Senhor, o príncipe da paz. Somente assim a igreja se conformará à bem-aventurança de Jesus, de que “felizes são os pacificadores, pois serão chamados filhos de Deus”.
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Rodolfo Capler – O que o senhor acha do ensino religioso nas escolas públicas? Funciona?
Ed René Kivitz – É preciso fazer uma distinção entre ensino religioso e cultura humanista baseada em tradições espirituais. A espiritualidade é uma dimensão do ser humano, assim como a racionalidade e a corporeidade. Por exemplo, virtudes como justiça, solidariedade e generosidade, não são atributos do corpo ou da mente, mas do espírito. Você pode ter um sujeito fisicamente forte e inteligente, mas que é racista, xenófobo, supremacista branco e nazista. Os grandes facínoras da humanidade foram homens inteligentíssimos, que criaram estruturas de extrema sofisticação destrutiva. Dessa forma, a espiritualidade é uma dimensão humana a ser desenvolvida. Como bem disse o Nelson Mandela: “Ninguém nasce odiando outra pessoa. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, elas podem ser ensinadas a amar”. Por essa razão eu acredito que num Estado laico a escola não deve ensinar religião; o ensino da religião é uma prerrogativa da família. A escola por sua vez, tem a incumbência de ensinar as virtudes humanistas que são comuns a todas as tradições religiosas.
Rodolfo Capler – À luz da fé cristã a acumulação de bens materiais é pecado?
Ed René Kivitz – Dinheiro é um assunto absolutamente espiritual. Jesus disse que o dinheiro tem um potencial idolátrico. Na Bíblia Sagrada, dinheiro elevado à categoria de Deus é um ídolo chamado Mamom. Por causa disso, por exemplo, nos Evangelhos, Jesus falou mais sobre dinheiro do que sobre fé. Depois do Reino de Deus, o segundo assunto sobre o qual Jesus mais abordou foi dinheiro. Inclusive uma das principais coisas que Jesus afirmou foi que é mais fácil um camela passar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no Reino de Deus. O apóstolo Paulo disse que “o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males” e que muita gente querendo enriquecer acabou destruindo a própria vida e a vida de muita gente. Entretanto, você não encontrará no texto bíblico uma afirmação que afirme, categoricamente, que o acumulo de dinheiro é pecado. Não há um versículo sequer que diga que a acumulação de bens é pecado. Todavia, a lógica bíblica e do evangelho de Jesus aponta nessa direção. Num mundo onde existe fome, o acúmulo material é obsceno, imoral e maligno. O Reino de Deus é um reino de justiça e paz, onde há abundância de tudo para todos. Já o reino de Mamom é um reino de injustiça, desigualdade, acúmulo, escassez, fome e morte.
Rodolfo Capler – é possível ser cristão e ser de esquerda?
Ed René Kivitz – Nos últimos tempos, no Brasil, “esquerda” virou um palavrão – quase um xingamento. Nas minhas redes sociais, as pessoas me chamam de comunista, socialista e esquerdista, como se estivessem me ofendendo. O termo “esquerda” tornou-se uma injúria porque é associado aos regimes comunistas que perseguem cristãos, à luta pelos direitos reprodutivos da mulher (especialmente à questão do aborto), e às pautas identitárias, sobretudo àquelas relacionadas a comunidade LGBTS. Desse modo, quando alguém declara: “Eu sou de esquerda”, logo é acusado como alguém a favor do aborto e classificado como perseguidor de cristãos e como ativista das causas homoafetivas. Isso na verdade, não passa de uma caracturização pejorativa da ideia da esquerda. Eu já declarei várias vezes que eu sou contra o aborto e acredito que, inclusive, a maioria das mulheres que praticam o aborto é contra o aborto. Entretanto, o aborto é uma questão de saúde pública… Toda a questão moral envolvendo a comunidade LGBTs está envolta numa tradição religiosa cristã de dois mil anos que condena pessoas homoafetivas ao inferno. Por isso, nós precisamos de um entendimento atualizado do evangelho e de um acolhimento amoroso dessas pessoas. Dito isto, penso que caricaturar a “esquerda” com essas questões é muito limitante. Agora, quando você trata a esquerda da perspectiva duma corrente ideológica que abarca o apoio dos direitos humanos, a busca duma sociedade mais igualitária, a promoção da justiça social – promovida não apenas pelas lógicas meritocráticas do Mercado, mas também pela atuação dos governos -, e o auxílio aos pobres, eu diria (nesse sentido) que não só é possível um cristão ser de esquerda, como é uma obrigação um cristão ser de esquerda. Quando alguém me pergunta: “Você é de esquerda?”, eu respondo o seguinte: “Se você está me perguntando se eu sou a favor do aborto e dos regimes comunistas e socialistas totalitários, eu digo que não. Agora, se você está me perguntando se eu sou a favor das pautas identitárias, dos direitos das mulheres e dos LGBTs, das questões raciais, do ideário dos direitos humanos e de um Estado que priorize os pobres e o enfrentamento da pobreza, então eu declaro que sou de esquerda”.
Rodolfo Capler – O que o senhor tem a dizer a respeito do apoio irrestrito de boa parte das lideranças evangélicas ao bolsonarismo?
Ed René Kivitz – “Existe por trás deste governo uma mente intelectualmente limítrofe, cientificamente ignorante, ideologicamente totalitária, religiosamente obscurantista e moralmente perversa. É urgente que seja exorcizada!”. Eu disse isso em março de 2020, no início da pandemia. De lá para cá, eu acrescentaria adjetivos a isso que existe por trás deste governo – adjetivos sombrios e nefastos. O que este governo fez e está fazendo com o meio ambiente, com a floresta, com a cultura, com a educação e com o imaginário civilizatório do país e com as conquistas das sociedades das democracias liberais, é assombroso. De tal modo, eu penso que a adesão das lideranças religiosas evangélicas a esse governo, implica uma incompatibilidade de gênios ou deveria implicar. Lamento que não. Agora, eu fui educado numa tradição religiosa protestante evangélica batista, que me ensinou a separação entre a Igreja e o Estado. Eu fui ensinado a pensar como Martin Luther King Jr., que afirmou: “A igreja é a consciência crítica do Estado”. Uma igreja que aderiu ao bolsonarismo e ao governo de Jair Bolsonaro como a chamada igreja evangélica brasileira aderiu, na minha opinião, não apenas agride o espírito do evangelho, mas afronta a minha tradição batista. Jesus não mandou que os seus discípulos assumissem o senado romano ou elegessem um dos seus discípulos como imperador, muito menos, que convertessem o imperador. Aliás, se tem uma coisa mal entendida no cristianismo é justamente a conversão de Constantino à fé cristã. Eu tenho absoluto estranhamento com o bolsonarismo e as lideranças evangélicas que abraçaram o bolsonarismo.
Rodolfo Capler – Tudo bem misturar política e religião?
Ed René Kivitz – Desmond Tutu, que foi arcebispo da Cidade do Cabo e prêmio Nobel da Paz, afirmou: “Não existe nada mais político do que dizer que política e religião não se misturam”. Não é possível separar religião e política. Todo ato humano é um ato coletivo e todo ato coletivo é um ato político. Então, religião, por si, é uma experiência política. Por exemplo, a presença de uma comunidade religiosa dentro duma cidade é um ato político, porque a comunidade cristã implica uma lógica de existência que confronta as lógicas da cidade. A questão sobre a qual devemos refletir é: quais são os valores religiosos que orientam a ação política? São os valores da exclusão ou são os valores da comunhão? São os valores que favorecem a vida humana e especialmente a vida dos seres humanos em condição de vulnerabilidade? Toda vez que eu fizer uma escolha eu tenho que escolher a favor da vida e não a favor de algumas vidas. Prioritariamente, devo escolher a vida do órfão, do idoso e das pessoas que estão em condição de vulnerabilidade e de ameaça, a saber, o pobre, o preto, o gay e aquele que tem uma confissão de fé minoritária. Tudo isso é ato político…
Rodolfo Capler – Qual mensagem o senhor gostaria de deixar para o eleitor evangélico?
Ed René Kivitz – Que o eleitor evangélico olhe para Jesus. Porque nem tudo o que está na Bíblia está em Jesus. Nem tudo o que está na tradição da cristandade está em Jesus. Nem tudo o que está na tradição evangélica no Brasil está em Jesus. Nem tudo o que está na boca dos pastores, apóstolos e bispos evangélicos brasileiros, está em Jesus. Que o eleitor e a eleitora evangélicos olhem para Jesus, pois tudo o que é divino está em Jesus. Portanto, que o eleitor evangélico escolha fazer o caminho de Jesus, do jeito de Jesus, com Jesus